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Wild Rift: Pro players detonam Riot por fim do cenário competitivo

Wild Rift: Pro players detonam Riot por fim do cenário competitivo
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Vários jogadores criticaram decisão da Riot em manter suporte a competições oficiais somente na Ásia, onde o MOBA para celulares é mais popular

Wild Rift: Pro players detonam Riot por fim do cenário competitivo

Após a Riot Games anunciar nesta segunda-feira (21) o fim do cenário competitivo oficial de Wild Rift no Brasil e em todo o ocidente, vários pro players brasileiros foram às redes sociais para criticar a postura da desenvolvedora, que na prática deu suporte a competições oficiais no país por menos de 2 anos. Às críticas vão desde o rápido fim dos campeonatos até o comunicado da Riot.

Campeão da primeira temporada do Wild Tour 2022 pela Omegha E-sports e um dos representantes do Brasil no Icons 2022, único Mundial de Wild Rift da história, o top laner Francisco "Huya" Santos, jogador da Magic Squad, disse que errou na maior questão da vida ao largar os estudos para focar no competitivo de Wild Rift.

"Mano eu simplesmente errei na maior questão da minha vida, estudar ou seguir meu sonho. O que é a vida? Uma piada? Eu vou me arrepender disso a vida toda, papo reto. Tinha passado na UFPE em Ciência da Computação e vim jogar esse lixo", desabafou.

Foto de abertura: Cesar Galeão e Bruno Alvares / Divulgação Riot Games

Também campeão da 1º etapa do Wild Tour 2022 pela Omegha E-sports, o suporte Matheus "Seelinah" Serafim foi outro que não poupou críticas à Riot, citando o esforço da comunidade para manter o cenário competitivo em meio aos rumores que já circulavam no fim de semana. Apesar da decepção com a desenvolvedora, Seelinah disse que se dedicará ao competitivo de Honor of Kings, MOBA para celulares concorrente de Wild Rift.

"Não é porque o Wild Rift acabou com o competitivo q eu vou desistir de viver meu sonho. Joguei durante esse tempo que soube do anúncio do Wild Rift e pretendo me preparar para o competitivo de Honor of Kings", revelou no Twitter.

Jogador da Liberty, Gabriel "ManoFrizer" Oliveira também foi às redes sociais e fez uma postagem irônica sobre a decisão da Riot Games de acabar com o competitivo de Wild Rift.

"Relaxa, 'guys'. Eles tão (sic) dando tempo e espaço para a comunidade crescer organicamente. Continuem se esforçando em um competitivo inexistente, recebendo a famosa ajuda de custo de R$ 200, e se dediquem que, futuramente, seremos recompensados", disparou o pro player.

Paulo Henrique "Pilo", agora ex-suporte da TSM, também acusou a Riot ter dado "falsas esperanças" à comunidade com um suposto calendário cheio para a temporada de 2023, principalmente para o cenário feminino do jogo.

"O que me tilta mais é eles além de terem dado a falsa esperança de que teríamos um calendário foda ano que vem. Eles também fizeram as minas do cenário criarem uma esperança gigantesca e fazem isso, qUE frustrante", disparou.

Baron laner da Vivo Keyd Stars e campeão do Wild Circuit Brazil 2022, o pro player Wendel "Odyceuz" Gomes classificou como "loucura" a decisão da Riot em acabar com o cenário competitivo de Wilf Rift no Brasil. A publicação foi feita em 19 de novembro, quando surgiram os primeiros rumores sobre o fim dos campeonatos oficiais no Brasil.

"Larguei tudo pra jogar Wild Rift em 2021 e você acha que isso foi loucura? Loucura é a Riot tentar acabar com o competitivo aqui no ocidente depois de tudo que aconteceu", disse na ocasião. Após a confirmação da notícia, Odyceuz fez uma nova publicação respondendo à própria pergunta: "Sim, foi loucura".

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Gabriel SALES
Gabriel Sales

Jornalista apaixonado por games desde o jardim de infância e fã de quase todo tipo de RPG, especialmente os da série Chrono. Nos esports, shooters e jogos de luta são minhas maiores paixões, mas abraço qualquer jogo com uma cena competitiva pulsante.

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