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Jogadores e times que colocaram seus países no mapa dos esports

Jogadores e times que colocaram seus países no mapa dos esports
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MIBR na ESWC 2006, MenaRD na Capcom Cup e Arslan Ash nas EVOs Japão e EUA de Tekken 7 estão entre as grandes surpresas da história do competitivo

Jogadores e times que colocaram seus países no mapa dos esports

Muitas das melhores histórias dos esports envolvem atletas ou equipes que chegam a uma grande competição sem despertar grandes expectativas por virem de regiões pouco alardeadas ou sem grande tradição em determinada modalidade, mas que saem desses campeonato colocando seus países no mapa do competitivo. Há exemplos envolvendo os gêneros mais diversos, sejam MOBAs, FPSs ou jogos de luta.

O MGG Brasil preparou uma lista com exemplos brasileiros e estrangeiros de jogadores e times que ajudaram, de alguma forma, a tornar seus países mais respeitados em suas respectivas modalidades. Confira.

MIBR, Luminosity e SK Gaming (Brasil) - CS 1.6 e CS:GO

MIBR tornou o Brasil um país respeitado do CS - Millenium
MIBR tornou o Brasil um país respeitado do CS

Bruno "bruno" Ono, Lincoln "fnx" Lau, Renato "nak" Nakano, Raphael "cogu" Camargo e Carlos "KIKO" Segal foram os primeiros a fazer o Brasil um país respeitado - e temido - o cenário internacional de Counter-Strike. Na ESWC 2006, o quinteto, que defendia a tag da MIBR e já dominava os campeonatos nacionais, chegou ao campeonato mundial pouco conhecido pelos melhores times da Europa e América do Norte, mas desbancaram todos que apareceram pela frente para conquistar o primeiro mundial do país no FPS da Valve.

No caminho até o título, a MIBR desbancou times como a x6tence, da Espanha, a ALTERNATTE aTTaX, da Alemanha, e os suecos da Fnatic na grande decisão. Dali em diante, a equipe se tornou presença constante em grandes eventos internacionais e ainda faturaria os títulos de eventos como a shgOpen 2007, com Bruno "bit" Kima no lugar de KIKO, a DreamHack Winter 2007, com Olavo "cky" Napoleão, Wellington "ton" Caruso e Thiago "btt" Monteiro jogando ao lado de fnx e bit.

Dez anos depois, o Brasil voltaria ao topo do FPS da Valve, desta vez em dose dupla, nos Majors de Counter-Strike: Global Offensive. Na MLG Columbus 2016, Marcelo "Coldzera" David, Gabriel "Fallen" Toledo, Fernando "Fer" Alvarenga, Epitácio "TACO" de Melo, Lincoln "fnx Lau e o técnico Wilton "zews" Prado levariam o Brasil ao seu segundo título mundial, após vitória de 2 a 0 sobre a NaVi

Na ESL One Cologne 2016, desta vez defendendo a organização alemã SK Gaming, os brasileiros conquistaram seu segundo título mundial consecutivo no CS:GO. Na grande decisão, a SK aplicou um 2 a 0 sobre a Team Liquid. Pela terceira vez na história, o Brasil conquistou o topo do mundo Counter-Strike, e tudo isso começou com um título inesperado da MIBR dez anos antes.

MenaRD e Caba (República Dominicana) - Street Fighter V

MenaRD surpreendeu o mundo ao faturar o título da Capcom Cup 2017 - Millenium
MenaRD surpreendeu o mundo ao faturar o título da Capcom Cup 2017

Quando a Capcom Cup 2017 começou, ninguém imaginava que Saul "MenaRD" Mena II, da República Dominicana, poderia desbancar vários dos melhores jogadores do mundo em sequência para ficar com o título, mas o atleta, que já havia mostrado um altíssimo em eventos como Combo Breaker, Community Effort Orlando, The Brooklyn Beatdown 2 e SoCal Regionals 2017, apresentou seu melhor nível de jogo no evento com maior premiação do cenário dos jogos de luta, faturando o prêmio de US$ 250 mil na ocasião.

Após chegar aos playoffs pela chave dos vencedores, MenaRD, desbancou o japonês Hiromiki "Itabashi Zangief" Kumada por 3 a 0, para encarar então Hajime "Tokido" Taniguchi, campeão da EVO daquele ano e considerado o melhor jogador de Street Fighter V do mundo, na final dos vencedores. O dominicano acabou derrotado por Tokido e enviado à final dos perdedores, onde superou outro japonês, Naoki "Nemo" Nemoto, por 3 a 0.

Na revanche contra Tokido, que vinha invicto nos playoffs, MenaRD precisava vencer duas MD5 consecutivas, e foi utilizando de forma impecável o personagem Birdie que ele aplicou um 3 a 2 e um 3 a 1 sobre o temido Akuma de Tokido. Com o título, MenaRD trouxe mais visibilidade e oportunidades para a cena de seu país, fazendo a República Dominicana receber etapas Premier da Capcom Pro Tout. O país também sediaria a Capcom Cup 2020, mas a pandemia de Covid-19 causou o cancelamento do evento.

Compatriota de Mena, Cristopher "Caba" Rodriguez também conquistou um resultado extremamente importante para seu país na EVO 2018, torneio que contou com quase 2,5 mil inscritos e no qual Caba chegou ao top 8. Até hoje, este é o melhor resultado de um jogador da América Latina em um torneio da série Street Fighter na EVO.

Arslan Ash (Paquistão) - Tekken 7

Em 2019, Arslan Ash se tornou o campeão unificado da EVO em Tekken 7 - Millenium
Em 2019, Arslan Ash se tornou o campeão unificado da EVO em Tekken 7

A cena de Tekken no Paquistão sempre foi uma das mais fortes do mundo, mas havia um problema: quase ninguém sabia disso até o jogador Arslan "Arslan Ash" Siddique conquistar os títulos da EVO Japão e EVO Estados Unidos em 2019, um feito inédito em qualquer jogo de luta desde que o maior evento da FGC passou a ter duas edições por ano.

Na EVO Japão, Arslan foi enviado à chave dos perdedores antes do top 8, mas elevou seu nível de jogo na hora mais importante e desbancou em sequência vários dos melhores jogadores do mundo, como Book (Tailândia), JimmiJTran (Estados Unidos), Chikurin (Japão) e CherryBerryMango (Coreia do Sul). Na grande final, o paquistanês venceu o filipino AK por 3 a 0 e 3 a 1 e deu seu primeiro recado ao mundo.

Na EVO Estados Unidos, a grande expectativa era por um confronto que não havia ocorrido na EVO Japão: Arslan Ash vs Jae-Min "Knee" Bae, considerado o maior jogador de Tekken de todos os tempos. O primeiro duelo aconteceu na semifinal dos vencedores, e Arslan venceu por 2 a 1. Na sequência, o paquistanês aplicou um 3 a 0 sobre o americano Anakin e viu Knee vencer a final dos perdedores para ter a chance de uma revanche na grande decisão. Como vinha invicto no torneio, Ash precisava vencer apenas uma MD5, e uma série de tirar o fôlego superou Knee por 3 a 2.

O segundo título do paquistanês em sua segunda EVO fez o investimento em atletas do Paquistão disparar nos meses seguintes, com nomes como Awais Honey, Atif Butt, Heera, THE JON e Bilal tendo a chance de disputar vários eventos Tier 1 da Tekken World Tour nos meses subsequentes e somando ótimas participações, com Aif Butt superando Awais Honey para conquistar o título do Tokyo Tekken Masters 2019 e Awais Honey faturando o ROXnRoll Dubai 2019, em final disputada contra Heera.

O Paquistão também receberia um torneio de nível Masters da Tekken World Tour 2020, mas a pandemia de Covid-19 causou o cancelamento de todos os eventos presenciais do ano passado.

Este ano, Arslan Ash conquistou mais um grande título para sua coleção: a WePlay Ultimate Fighting League, torneio presencial disputado na Ucrânia para jogadores convidados. Na final, Ash derrotou o compatriota Awais Honey, mostrando que a cena competitiva do Paquistão provavelmente já superou a sul-coreana como a mais forte do mundo em Tekken.

Pain Gaming (Brasil) - Dota 2

Pain fez história com terceiro lugar na ESL One Birmingham de Dota 2 - Millenium
Pain fez história com terceiro lugar na ESL One Birmingham de Dota 2

Historicamente, o Brasil e a América Latina não possuem resultados expressivos em MOBAs, mas a Pain Gaming conseguiu quebrar essa regra na ESL One Birmingham 2018 de Dota 2, evento Tier 1 do Dota Pro Circuit daquele ano.

A line-up formada pelos brasileiros William "hFn" Medeiros, Otávio "Tavo" Gabriel, Danylo "Kingrd" Nascimento, Danylo "Kingrd" Nascimento e pelo romeno Aliwi "w33" Omar foi sorteada no grupo B e logo na estreia venceu por 1 a 0 a Team Liquid, campeã do The International 2017. Na sequência, a equipe foi derrotada por 2 a 0 pela OG, que meses mais tarde conquistaria o The International 2018, mas avançou aos playoffs após desbancar novamente a Liquid, desta vez com um 2 a 0.

Nas quartas de final, a Pain surpreendeu mais uma vez e aplicou um novo 2 a 0, desta vez sobre a Mineski, e só deu adeus às chances de título ao cair nas semifinais para a Virtus Pro, que vinha embalada pelos títulos da ESL One Katowice 2018 e do The Bucharest Major 2018, dois títulos Tier 1 do Dota Pro Circuit, e que na sequência se sagraria campeã do torneio. Na disputa de terceiro lugar, os brasileiros tiveram grande apoio da torcida inglesa e garantiram o lugar no pódio após vencerem por 2 a 1 uma série emocionante contra a Fnatic. Pouco mais de um ano depois, um outro time sul-americano faria história no Dota.

Infamous (Peru) - Dota 2

Infamous conquistou o melhor resultado de um time sul-americano na história do The International - Millenium
Infamous conquistou o melhor resultado de um time sul-americano na história do The International

Se 2018 foi o ano da Pain representar bem a América do Sul no Dota 2, 2019 ficou marcado por uma performance histórica da Infamous, do Peru, no The International. Sorteada no grupo B, a equipe de Elvis "Scofield" De la Cruz, Héctor "K1" Rodríguez, Jean Pierre "Chris Luck" Gonzales, Steven "StingeR" Vargas e do boliviano Adrián "Wisper" Céspedes passou aos playoffs com um 5º lugar. Na fase de grupos, a Infamous venceu a Fnatic por 2 a 0, empatou em 1 a 1 com NaVi, Vici Gaming, Evil Geniuses, Ninjas in Pyjamas e Royal Never Give Up e perdeu por 2 a 0 para Virtus Pro e OG.

Nos playoffs, a Infamous surpreendeu novamente e conseguiu duas vitórias para chegar ao top 8: um 1 a 0 sobre a Keen Gaming, da China, e um 2 a 1 sobre a NewBee, terceira colocada do grupo A. A eliminação do torneio só veio na derrota de 2 a 0 para a Team Secret, uma das equipes favoritas ao título naquele ano e que terminaria o campeonato na quarta posição. Mesmo com a eliminação, a Infamous deixou ótima impressão e teve um desempenho histórico para todo o cenário sul-americano. Hoje, a line-up defende a organização norte-americana Beastcoast.

KillerXinok e Konqureor (Brasil) - Mortal Kombat X e Mortal Kombat 11

KillerXinok fez história ao vencer o Combo Breaker de Mortal Kombat X - Millenium
KillerXinok fez história ao vencer o Combo Breaker de Mortal Kombat X

O Combo Breaker 2018 foi o último grande torneio de Mortal Kombat X, uma vez que a NetherRealm e a Warner Games àquela altura já voltavam suas atenções e investimentos para o cenário competitivo de Injustice 2. E o brasileiro Bruno "KillerXinok" Sousa, que já fazia estrago na cena brasileira com seu Tremor, surpreendeu o mundo naquele torneio.

Com uma campanha traçada inteiramente na chave dos vencedores, o brasileiro desbancou em sequência Sayed "Tekken Master" Hashim Ahmed, vice-campeão da EVO 2016 de MKX e campeão do Combo Breaker 2017, Curtis "Rewind" McCall, que poucos meses depois se sagraria campeão da EVO 2018 em Injustice 2, e Brad "Scar" Vaughn, terceiro colocado na EVO 2016 de MKX, campeão do SoCal Regionals 2016 e vice-campeão do CEO 2016 e da ESL Pro League MKX Season 2.

O desempenho de Xinok impressionou a todos na ocasião pela solidez apresentada em todo o torneio, pois o brasileiro aplicou um 3 a 0 sobre Tekken Master, um 3 a 1 sobre Rewind e, somente na final contra Scar, precisou da última luta da MD5 para garantir seu título com um 3 a 2.

O resultado trouxe mais visibilidade para a cena brasileira em jogos da NetherRealm e investimentos da própria Warner Games no mercado brasileiro, com o país recebendo as finais da Liga Latina de Injustice 2 e Mortal Kombat 11, além de uma etapa Tier 1 da Pro Kompetition de MK 11, com a BGS 2019 sediando o torneio.

Hoje, o brasileiro Konqueror, atual campeão da Liga Latina e principal nome do país na cena de MK 11, já foi convidado para participar de dois grandes eventos internacionais na Ucrânia: o Dragon Temple, torneio em que terminou na quarta colocação, e a WePlay Ultimate Fighting League, campeonato no qual o brasileiro ficou no top 6. Os bons resultados Xinok e Konqueror nos últimos anos contribuíram para a cena brasileira ser cada vez mais respeitada internacionalmente, e a tendência é que ela continue crescendo.

Keoma, Brolynho e DidimoKOF (Brasil) - Street Fighter IV e Street Fighter V

Keoma Pacheco colocou o Brasil no mapa de Street Fighter IV - Millenium
Keoma Pacheco colocou o Brasil no mapa de Street Fighter IV

Jogo de luta que ressuscitou o gênero nos esports, Street Fighter IV também foi o título em que várias das principais estrelas da FGC se enfrentavam nos maiores torneios do mundo. E a Capcom Cup 2015, último grande campeonato do game antes do lançamento de Street Fightet V, também foi marcado por um desempenho histórico do brasileiro Keoma Pacheco, que terminou aquele torneio no top 8 e trouxe enorme visibilidade para a cena brasileira.

Keoma já havia conquistado alguns grandes resultados antes da Capcom Cup, como o título da etapa brasileira da Capcom Pro Tour 2015, com vitória sobre o japonês Haitani na grande final, o terceiro lugar no Street Fighter Grand Battle 2015, torneio internacional disputado na França, e um top 8 na DreamHack Winter 2015, evento Premier da CPT disputado na Suécia. Ainda assim, foi na Capcom Cup que o mundo realmente conheceu o que brasileiro era capaz de fazer com o personagem Abel.

A estreia de Keoma foi contra o americano Snake Eyez, um dos melhores do mundo em Street Fighter IV e quarto colocado na EVO 2014. O brasileiro não tomou conhecimento do rival e aplicou um 2 a 0. Na sequência, o jogador de Abel aplicou um 2 a 1 sobre o taiwanês Bruce "GamerBee" Hsiang, vice-campeão da EVO 2015 de SF IV e outro forte candidato ao título da Capcom Cup, mostrando que estava no torneio não apenas para participar, mas para sonhar com o título.

Na partida que valia sua classificação para o top 8 pela chave dos vencedores, Keoma enfrentou Kun "Xian" Ho, campeão da EVO 2013 de SF IV e que em 2015 havia conquistado o título de dois eventos Premier da Capcom Pro Tour: o KO Fighting Gaming Festival e a DreamHack Winter. Em uma série emocionante e decidida nos detalhes, Keoma pressionou Xian até o fim, mas acabou derrotado por 3 a 2 e enviado à lower bracket.

Para se classificar ao top 8, Keoma precisaria passar por mais uma pedreira: o japonês Itabashi Zangief. Em uma série equilibrada, o brasileiro superou Itazan por 3 a 2 e avançou à fase final do torneio. Em sua primeira partida no top 8, Pacheco encarou novamente Snake Eyez, mas dessa vez acabou derrotado por 3 a 1 e deu adeus ao torneio. Ainda assim, o jogador teve seu desempenho aclamado por rivais e analistas e mostrou a força da cena brasileira em jogos de luta.

Em Street Fighter V, Keoma não repetiu o desempenho dos tempos de SF IV, mas ainda conquistou títulos importantes da cena sul-americana, como o TRETA, maior evento de jogos de luta do Brasil, em 2018, e o Never Give Up, maior evento da FGC chilena, em 2019.

O desempenho de Keoma abriu caminho para outros brasileiros na transição de Street Fighter IV para Street Fightet V. Thomas "Brolynho" Proença, por exemplo, conquistou oito títulos de Capcom Pro Tour entre as temporadas de 2016 e 2018 e chegou a atingir o top 10 do ranking mundial no começo de 2018, além de somar vitórias sobre o seis vezes campeão de EVO Seonwoo "Infiltration" Lee, da Coreia do Sul, incluindo um contundente 3 a 0 na ELEAGUE 2017.

Além de Brolynho, Renato "DidimoKOF" Martins representou muito bem o Brasil em eventos internacionais, terminando no top 16 da Capcom Cup 2017 e no top 16 da EVO 2019, o melhor resultado de um sul-americano em uma EVO de Street Fighter. Vale lembrar que a EVO daquele ano de 1951 inscritos no torneio de SFV, o que torna o resultado de Didi ainda mais expressivo e importante par a cena brasileira.

Naquela mesma EVO, o jogador ainda alcançou o top 8 no campeonato de Samurai Shodown, que também contou com um altíssimo número de inscritos: 1729. Até hoje, este é o melhor resultado de um brasileiro na história do mais importante evento dos jogos de luta.

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