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As 7 contratações mais impactantes da história do CBLOL

As 7 contratações mais impactantes da história do CBLOL
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Relembre as transferências e chegadas de jogadores que abalaram o cenário brasileiro de LoL em diferentes momentos da história do competitivo do MOBA da Riot Games

O cenário competitivo brasileiro de League of Legends (LoL) está na ativa já faz dez anos.Ao longo de muitas edições do CBLOL diversos jogadores foram transferidos de uma equipe para outra, bem como estrangeiros vieram jogar no Brasil.

Nesta matéria relembre sete das contratações mais impactantes do competitivo do Brasil, desde jogadores chave que mudaram todo o paradigma de uma equipe, até times inteiros que deram o que falar e causaram mudanças nas competições.

1. Diamondprox na FURIA

Reprodução: FURIA - League of Legends
Reprodução: FURIA

Possivelmente, a maior contratação da história do nosso cenário. Embora o russo não tenha desempenhado bem em sua passagem no Brasil pela FURIA, a história que Diamondprox carrega e a maneira como marcou o cenário mundial de League of Legends é inenarrável em poucas linhas. Na Moscow5 formou um esquadrão que juntos revolucionaram várias formas de jogo na época e que são utilizadas até hoje. Colecionou títulos domésticos e também eventos internacionais (IEM), além de chegar em uma semifinal de Mundial, em 2012.

Além disso, ele foi o responsável por criar diversos conceitos da selva que são usados até hoje, viabilizando diversas escolhas que muitos sequer imaginariam que um dia seriam úteis na posição. Simplesmente um dos melhores jogadores da história do LoL em solo brasileiro.

2. brTT e Tockers na RED Canids

Reprodução: RED Canids - League of Legends
Reprodução: RED Canids

Dois dos maiores nomes do cenário saindo de suas zonas de conforto para um projeto completamente novo e ambicioso. Tockers deixando a lendária escalação do "Exodia" da INTZ que conquistou tudo no Brasil entre os anos de 2015 e 2016. No caso de brTT, ele acabou saindo da paiN Gaming após desavenças e confusões que o colocaram na reserva durante a segunda etapa de 2016. Na ocasião, o jogador foi substituído por Taeyeon, hoje Tay, topo da LOUD.

Dois dos maiores nomes do cenário brasileiro de LoL se juntando em um único projeto e que deu muito certo. Na fase regular do primeiro split de 2017 ficaram na segunda colocação, com os mesmos números da INTZ, mas atrás por conta dos critérios de desempate. Já nos playoffs, o time mostrou a sua dominância e eliminou a paiN Gaming em semifinal histórica com o embate que marcou a famosa frase do Yoda: "Kami você não sabe jogar de Katarina". Após isso, conquistaram o troféu depois de atropelar a Keyd Stars por 3x0 na grande final.

3. Winged e SuNo na Keyd

SuNo na esquerda, Winged na direita. Reprodução: Keyd Stars - League of Legends
SuNo na esquerda, Winged na direita. Reprodução: Keyd Stars

Essa dupla não poderia faltar nesse texto. Afinal, eles foram os dois primeiros estrangeiros a pisarem no cenário brasileiro de LoL e deram uma sacudida geral quando passaram por aqui em 2014 pela Keyd Stars. É bem verdade que a dupla conquistou apenas o Circuito Brasileiro no ano em que chegaram, mas o torneio ainda não era considerado um CBLOL e nem dava vaga para um campeonato internacional. Fora isso, ganharam algumas competições extraoficiais, como a X5 Mega Arena. Porém, o que mais marcou na passagem da dupla pelo Brasil foi mudança e choque de realidade que trouxeram para o cenário.

Winged foi o que mais impactou na sua rota e na maneira de jogar na jungle aqui no Brasil. Todos os outros caçadores precisaram se adaptar e melhorar para conseguir bater de frente com o sul-coreano, que dominou o Brasil por um longo período de tempo. SuNo também foi um destaque, mas havia jogadores que já eram próximos ao seu nível, embora não fossem melhores. Entretanto essa dupla causou muito estrago junta.

4. Mylon na paiN

Reprodução: CBLOL - League of Legends
Reprodução: CBLOL

Uma das mudanças mais significativas e que abalou o cenário de LoL na época. A saída de Mylon da Keyd Stars para a paiN foi algo que ninguém esperava. Isso porque o jogador já havia se envolvido em polêmicas envolvendo os Tradicionais e as duas organizações, eram muito rivais em 2014.

Um dos episódios que mais marcou os torcedores na ocasião foi uma partida entre as duas equipes, em 2014, quando o topo solou o sul-coreano Lactea, da paiN, e mostrou o dedo do meio para as câmeras do campeonato. Além desse momento, também podemos lembrar de quando Mylon, em entrevista pós-jogo, disse que o maior problema dos Tradicionais era o seu topo, Venom, porque ele não representava perigo algum para ele.

Mesmo com todas as polêmicas, Mylon conquistou a torcida e se tornou um dos jogadores mais queridos pela organização. Foi campeão do CBLOL em 2015 e participou da campanha lendária da equipe no Mundial de 2015, no qual fizeram a melhor campanha da história do Brasil no formato antigo do torneio.

5. Sky na RED Canids

Reprodução: CBLOL - League of Legends
Reprodução: CBLOL

O reserva do Faker. Sky chegou com muito hype por conta de ter sido um dos substitutos do melhor jogador de League of Legends da história. No começo, demonstrou um ótimo nível e dominou junto ao Winged - que retornou na mesma época, a fase regular do CBLOL em 2018. Terminaram essa etapa empatados com a KaBuM, porém em segundo lugar por critérios de desempate.

Nos playoffs, foram eliminados pela Keyd e depois disso tudo veio ladeira abaixo. Com a chegada de Chaser, problemas internos abalaram o desempenho da equipe, que foi rebaixada para o Circuito Desafiante. Sky chegou a retornar para a RED para a disputa do Circuitão em 2020, mas também não desempenhou no seu melhor nível novamente. Atualmente não está em nenhuma equipe.

6. Reunião do Exodia na Keyd

Reprodução: Vivo Keyd - League of Legends
Reprodução: Vivo Keyd

Sem dúvidas, um dos maiores movimentos de uma janela de transferências. Em 2018, a Keyd resolvou unir todos os jogadores do vitorioso time da INTZ, que dominou o cenário anteriormente. Yang, Revolta, Tockers, micaO e Jockster juntos novamente gerou um hype gigantesco entre a comunidade.

O elenco bateu na trave logo no primeiro CBLOL que disputaram juntos, acabando derrotados na grande final do CBLOL 2018 para a Kabum. No split seguinte, mais um bom campeonato, mas eles terminaram na quarta colocação sem ao menos disputar o título. No fim, as expectativas foram altas demais e o elenco se separou novamente no final do ano.

7. Rainbow no Santos

Reprodução: Santos - League of Legends
Reprodução: Santos

A contratação de Rainbow para o Santos foi uma surpresa geral. Isso porque ninguém imaginava que um nome tão grande viria para o Brasil, principalmente depois de um bom Mundial disputado pela AHQ em 2019 viria para o Brasil. Além disso, ele veio para jogar o Circuito Desafiante e não a divisão principal da liga brasileira.

O nível do sul-coreano era muito acima dos demais e ele carregou o Santos, junto do conterrâneo JackpoT para o título do Circuito no mesmo ano em que chegou, levando o Peixe para a disputa do CBLOL no split seguinte. Com muitos problemas internos, a dupla não repetiu o sucesso da primeira etapa, sem êxito em levar o Santos para a fase eliminatória do CBLOL.

Após isso, os dois sul-coreanos deixaram a equipe e revelaram problemas de falta de pagamentos dos salários prometidos pela organização. Segundo a dupla, eles ficaram cerca de sete meses sem receber pagamentos anteriormente combinados. Atualmente ambos seguem atuando juntos, representando a XTEN, na LLA (Liga Latinoamericana de LoL).

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marcelofgcosta há 1 mês

mas aí são as contratações mais hypadas, e só... Jogadores com bagagem, mas que não impactaram em nada num devia nem tá aí (Diamondprox, Rainbow e Sky)... de impactante pra HISTÓRIA do CBLoL a do Revolta para a INTZ em 2014 que foi basicamente o pontapé inicial do exodia e novamente em 2015 que foi a consolidação do exodia... a contratação do EsA pela Keyd impactou no quesito estruturação, porque foi depois disso que as org tiveram que ter uma postura mais profissional depois de todo problema processual entre KaBuM x Keyd x EsA... a contratação do brTT pela Pain no lugar do manalol, lá em 2012, que não só impactou na história de uma org como a Pain, como também na futura CNB.

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